22 de jul. de 2011

apt-file

Estava eu tentando esses tempos compilar o sndpeek, um programa que o Fialho me sugeriu como começo ao meu trabalho final de CG, quando me apareceu um erro de compilação motivado pela falta de uma lib no meu computador. Estou certo de que se eu fosse mais novo nesse assunto, teria me escabelado e esperneado e ficado horas tentando descobrir o motivo do erro, mas felizmente ao menos por esses erros mais babacas eu já passei em outros tempos e fiquei feliz de saber de cara o que deveria fazer: era necessário que eu instalasse a lib que estava faltando.

Infelizmente, quando vi que o makefile incluía um "-l" que eu não conhecia, fiquei meio sem saber qual poderia ser o nome da lib, então fui ao Synaptic (uso Ubuntu, como o leitor deve saber), tirei o "-l" do escrito, e coloquei o que sobrou na busca. Na hora, o Synaptic não achou nada que me parecesse ser o que eu procurava, no que a minha próxima solução foi buscar no google por essa lib.

No meio das buscas, achei esse link, o qual me agradou profundamente. Não que ele tenha me sido útil no momento, mas eu já teria perdido menos tempo em outras ocasiões se soubesse do tal apt-file. Instalei o tal imediatamente e testei-o, só pela brincadeira.

Enfim... essa postagem é somente para compartilhar o causo e o programa que considerei muito útil. Para quem não está a fim de abrir o link para saber do que trata o apt-file, ele ajuda a procurar nos repositórios pelo pacote do qual um certo arquivo faz parte. Assim, digitar (na linha de comando), por exemplo:

$ apt-file search alsa/asoundlib.h

E receber como retorno:

libasound2-dev: /usr/include/alsa/asoundlib.h

Genial, não?

Não sei quanto aos leitores, mas pra mim me pareceu maravilhoso!

Enfim, enfim... era só isso \o/

R$

20 de jul. de 2011

Férias

Finalmente férias, e então eu poderei escrever muito mais aqui do que andei escrevendo nos últimos tempos.

Para as minhas férias, tenho muita coisa planejada. Assisti anteontem aos filmes do Senhor dos Anéis (a versão extendida), como já estava querendo há muito. É possível que alguém mais fundamentalista queira me crucificar aqui, mas a verdade é que eu gostei muito do filme, e achei até que bem fiel ao livro (o suficiente, ao menos, pra quem teve que contar a história em 12h). A única coisa que não me agradou foi o fato de o anel ter ido pra Osgiliath (o que não fez nenhum sentido pra mim: por que não ter feito do jeito original do livro? ).

Ontem assisti à primeira trilogia do Star Wars (IV, V e VI), a que tinha assistido quando era muito novo, e agora entendo muito melhor as frases do seguinte video (não é preciso que eu o introduza, certo? É de conhecimento geral, né?):



Terminado o Star Wars, tenho somente mais alguns filmes pra ver - que andei baixando no início do semestre e a que não deu tempo de assistir - e, então, finalmente, começarei Golden Sun, um RPG de GBA que me recomendaram muito.

Depois do jogo - que pretendo jogar em maratona u.u - só vão faltar duas coisas: ler um código que estou me enrolando pra ler já há algum tempo e ler um livro sobre processamento de sinais digitais. AAA... também estou meio desanimado com o projeto de tradução do livro de Haskell que eu falei no início do semestre passado: o dono do projeto simplesmente não dá pull nas atualizações (o cara não loga no github desde março ), no que já estou quase a ponto de querer traduzir o livro eu mesmo, sozinho, sem aquele cara lá ¬¬

Como disse, voltarei aqui mais frequentemente nos próximos tempos, falando de coisas mais interessantes do que os meus planos (ao menos é o que eu espero).

AAA... eee... pra aqueles que se preocupam com essas coisas: feliz dia do amigo \o/

Era isso u.u...

R$

4 de jul. de 2011

Sobre minhas leituras

Finalmente terminei de ler O Senhor dos Anéis.

Foi uma jornada de em torno de 6 meses desde que comecei a ler A Sociedade do Anel, perto do natal do ano passado, durante as viagens de ônibus, até o fim de O Retorno do Rei, na última quinta-feira. Me sinto "vencedor", nessa trajetória, por alguns motivos, os quais enumero a seguir:

Em primeiro lugar, creio que é necessária perseverança que eu ainda não conhecia para ler o livro até o fim. Sei que uma significativa parte dos meus leitores vai considerar que nem é tão grandes coisas terminar o livro, mas a verdade é que definitivamente esse é o primeiro livro de tão grande porte que eu termino. Falarei mais disso em breve...

Em segundo lugar, me sinto bem por saber que nesse ano estarei contribuindo bastante para o aumento do número médio de livros lidos anualmente por brasileiro. Sei que esse número é pequeno (uma pequena pesquisa no google me levou a 4,7), e apesar de eu certamente ler bem mais do que o número de livros médio do brasileiro (convenhamos, eu leio outras coisas, estou sempre lendo, mas nunca fecho um livro inteiro D=), eu não leio os livros até o fim e normalmente não termino próximo da média anual do brasileiro. Digo isso porque, desde que terminei O Senhor dos Anéis, comecei a ler um pequenino livro de "contos" (é isso?) do Sherlock Holmes, e diria que já estou em vias de terminar =D

Em terceiro lugar, me sinto vencedor porque finalmente me tornei um leitor e venci aquela barreira entre o "tentar ler" e o "ler efetivamente". Não sei se o leitor entende o que quero dizer, por isso tentarei ser mais claro: em outros momentos, eu definia que leria um livro e, a partir de então, encarava a leitura como um desafio, ou uma obrigação, algo que me incomodava. Ler era uma tortura pela qual eu deveria passar (eu já estava acostumado a esse tipo de comportamento quando tocando clarinete, por exemplo - apesar de no clarinete eu ter progredido bem mais, se bem que eu também tocava bem mais clarinete do que lia u.u). Agora ler passou a ser divertido. Não que não haja momentos em que ler é ruim (às vezes eu estou meio com sono ou dor de cabeça e ler é complicado), mas agora há momentos em que ler é realmente bom (os "contos", ou seja lá o que for, do Sherlock Holmes são MUITO bons!).

Voltando a o que eu ía dizendo no início, sobre pra mim ser realmente um feito que eu tenha terminado O Senhor dos Anéis (chamarei de LOTR para poupar meus dedos frios enquanto escrevo), a questão é que, a partir de agora (na verdade, eu diria que a partir de quando comecei O Retorno do Rei, que eu li infinitamente mais rápido que As Duas Torres e A Sociedade do Anel), livros grandes não me intimidam mais, com seus capítulos de muitas páginas e suas letras miúdas. A partir de agora, ler textos compridos é possível e aceitável \o/

Os próximos livros, na sequência de meus planos, talvez não agradem a ninguém além de mim. Ao terminar o livro do Sherlock Holmes que estou lendo, pretendo finalmente começar Memórias Póstumas de Brás Cubas (é que a Priscila levou e nunca mais devolveu =/), e depois, se tudo der certo, pretendo começar o primeiro livro do Harry Potter. Só então, voltarei para o universo do Tolkien e começarei O Silmarilion, que aguarda pacientemente na prateleira =D

Era isso... (nada de mais, só um pouco sobre minhas leituras)

R$

26 de jun. de 2011

Pessimismo

Aruna e Bline conversavam ao telefone...
 -- E o seu irmão, como vai? -- pergunta Aruna.
 -- Ah, ele se acidentou de carro e sofreu alguns arranhões -- responde Bline, despreocupada.
 -- Mesmo? E como é que ele está?
 -- Agora, com as duas pernas quebradas, graças ao acidente.
 -- Credo! Então ele tá mal! Não foram só "alguns arranhões" como você me disse...
 -- Não não. As pernas quebradas foram para caber no caixão. É que ele era grande demais. Foi enterrado anteontem.

12 de jun. de 2011

das Minhas Relações Sociais

Ontem o coral jovem da igreja da qual participo foi cantar na "matriz" (adoro essa palavra: ela dá a impressão de que essa sistematização da igreja é algo mais sério do que realmente é) de Porto Alegre, num culto mais voltado à integração da matriz com outros "distritos" (outra palavra fruto dessa sistematização exacerbada proveniente da minha denominação).

Fomos com um ônibus "fretado", no qual, na volta, conversei um pouco com uma amiga minha (com quem pouco converso, apesar de considerar que de certa forma me identifico significativamente com alguns de seus pensamentos) sobre o modo como eu acho que funcionam as relações sociais no meu "mundo". De minha parte, achei estranho que ela tenha achado engraçado o meu modo de ver as coisas. Mesmo assim, como já vinha me propondo desde julho do ano passado (logo depois do FISL) a falar disso, resolvi que a hora é chegada de brincar um pouco sobre o assunto.

Antes de qualquer coisa, se o leitor não tiver notado, o título da postagem é uma referência ao Machado de Assis e ao modo como ele nomeava os títulos de alguns dos capítulos de seu Dom Casmurro. Machado de Assis, na construção da sistematização que proporei a seguir, teve uma enorme contribuição, já que freqüentemente "defendia" que tudo o que as pessoas fazem na vida é sempre movido ou por desejo ou por interesse (ao menos foi assim que eu aprendi nos livros do cursinho, aos quais eu não tenho mais acesso, já que emprestei pra alguém e não me lembro mais quem foi D=). Aliás... procurando por algum lugar onde se dissesse isso na internet (demorei pra achar qualquer coisa que servisse), encontrei essa aula, que achei até que bem boa:



Cheguemos, então, aonde eu quero chegar: quero falar sobre as minhas relações sociais.

O "desenvolvimento" do meu pensamento começou, acho, quando eu comecei a conviver com alguém que realmente tinha "problemas" e era o que chamarei de "doente". Apesar de "doente", essa pessoa é tão capaz de crescer pessoal e profissionalmente quanto eu (acho

Para começar, preciso comentar algumas coisas. Preciso dizer, em primeiro lugar, que ter tido um terceiro ano do ensino médio ruim (em termos sociais - eu não conversava com ninguém) me levou a entender que, quando ninguém se conhece, todo mundo é "acessível", o que não é tão verdade ainda quando as pessoas já se conhecem e já formaram grupos "fechados" entre si (esse novo entendimento me levou a uma socialização de sucesso quando eu fui pra FURG, em Rio Grande).

Tendo dito isso, quero começar falando da primeira (de um grupo de duas) conclusão a que cheguei: pessoas bonitas sempre levam vantagem nas relações sociais. Não é verdade? Se tu é bonito, as outras pessoas tendem a te aceitar muitíssimo mais facilmente do que em outros casos. Pessoas bonitas tendem a conseguir se fazer ouvir mais facilmente, inclusive. É a sensação que eu tenho, ao menos... u.u. Com essa primeira conclusão (e crendo que ao menos pra feio eu não sirva), passei a supor que as pessoas com quem eu tentar socializar provavelmente não vão querer me afastar; pelo contrário, inicialmente, vão provavelmente justamente entender que eu sou alguém que elas não conhecem tentando socializar. Na pior das hipóteses ([nerd] se eu tirar 1 no D6 T_T [/nerd]) elas não vão achar os meus assuntos legais e vão me considerar alguém chato. Num segundo caso, se as pessoas já me conhecem, elas provavelmente serão educadas: ouvirão o que eu tiver a dizer e logo "educadamente" encontrarão uma forma de fugir de mim, avisando que vão pegar uma água "ali" ou que vão falar com outro alguém "lá" (nada que eu também não vá fazer uma vez ou outra).

Uma segunda conclusão: em geral as pessoas se aproximam umas das outras somente pela utilidade que uma pode trazer à outra. Essa utilidade pode ser uma coisa bem sutil: ambas não conhecem ninguém num lugar e passam a se conversar porque percebem que são as únicas sem grupo; ou então ambas precisam de dupla pra um trabalho; ou ainda ambas são das únicas que gostam de falar sobre um certo assunto. O leitor poderia chamar de "amizade". Ok... chame do jeito que quiser.

O leitor vai dizer: essas duas conclusões são justamente as que eu disse que o Machado de Assis defendia. Pois são mesmo; mas eu tive de concluí-las eu mesmo antes de perceber que o Machado de Assis já tinha dito isso. E é no segundo ponto que os meus pensamentos mais se desenvolveram. Nessa segunda conclusão que mora praticamente o motivo dessa postagem. Comecei o todo querendo chegar a um ponto: quando alguém começa a me tratar como "doente".

(Serei um pouco redundante aqui, mas, enfim...) Andei percebendo (e foi bem sobre isso que eu conversei com a minha amiga) que, em geral, as pessoas são "acessíveis". Não importa quem tu seja, elas são acessíveis. Educadas, elas conversam contigo, não importante o quão divertido elas achem teus assuntos. Mesmo assim, pra que elas realmente se esforcem e queiram que tu faça parte de seus grupos sociais (ou seja, pra que ELAS queiram vir conversar contigo), é necessário que tu tenha algo útil ou interessante a elas. Beleza é algo válido, mas nem sempre é suficiente. Tu pode ser bonito, mas, se ao mesmo tempo tu é de alguma forma esquisito, tu não vai ser bom o suficiente pra os seus grupos. O resultado é que as pessoas agirão de uma das duas seguintes formas: (1) vão te tratar como doente; (2) vão te ignorar. (na real, eu prefiro pensar que talvez haja uma certa graduação entre os dois pontos, mas ignoremos que ela existe por agora)

Em lugares onde o ser ignorado não faz parte dos atos socialmente aceitáveis (como na igreja, por exemplo), o ser tratado como doente é escolhido predominantemente. Alias... o que é ser tratado como doente? É justamente ser respondido, mas não procurado; ser por um lado aceito como alguém participante da "sociedade", mas não participante do "grupinho". Como exercício, sugiro ao leitor que justamente pense (pra mim é claro, mas creio que pra o leitor pode não ser tão fácil assim) em como trataria alguém que tem, por exemplo, alguma dificuldade de comunicação (na minha idealização, essa pessoa seria alguém a quem a gente periodicamente se daria ao trabalho de tentar dar alguma atenção; também seria alguém a quem a gente daria atenção imediata no momento em que se manifestasse; por outro lado, seria alguém a quem evitaríamos no caso de querermos um momento agradável com nossos "amigos").

(Grande mundo da comunicação, aí estamos mais uma vez mergulhando em ti:) A comunicação, aliás, é, eu diria, o maior motivo pelo qual alguém poderia ser tratado assim. Pessoas com dificuldade de comunicação, na minha visão de mundo, tendem a ser de alguma forma menosprezadas. Acho que posso dizer que me sinto assim de vez em quando: como é difícil pra mim às vezes explicar algumas coisas, as pessoas tendem a se cansar antes que eu consiga chegar ao ponto onde quero chegar. Nesses casos, tendem a de alguma forma fugir, dando atenção a algum outro assunto que descobrem no momento poder receber mais atenção do que eu.






Tire um tempinho para ler essa tirinha maravilhosa do Ryotiras antes de continuar. Esse monte de coisas que estou dizendo talvez vá blow your mind se você for muito rápido...

AAA... outra coisa interessante: o andar com alguém que é tratado como doente te torna doente pra aqueles que o tratam como doente também. O conversar predominantemente com o doente faz com que aquele grupo te julgue como tal, sem saber o teu "potencial". Aliás... essa é outra palavra interessante, que pretendo explorar agora (foi a que eu usei quando conversando com a minha amiga).

Na faculdade, eu poderia dizer que não me sinto tratado como doente por grande parte das pessoas. Acho que, talvez, no máximo, excêntrico (no mínimo estranho tenho certeza de que alguns dos meus colegas poderiam me considerar). Mesmo assim, quem não é estranho no meu curso? (Creio eu) Boa parte daquela gente justamente releva as estranhezas de outrem por já estar acostumado às suas. Por outro lado, uma pessoa em especial é "tratada como doente": um colega, talvez um pouco mais estranho que os outros ([direitista] "todos os animais são iguais; alguns porém são mais iguais que os outros" [/direitista]). As pessoas não o desprezam quando ele entra nos seus grupos, mas não o convidam para participar também; ao mesmo tempo, ele passou no vestibular (no primeiro semestre!) e em várias cadeiras (inclusive em cálculo =D) e, assim, eu poderia dizer que tem tanto potencial de se formar quanto qualquer um naquele curso (talvez, sinceramente, inclusive, mais potencial do que alguns u.u).

Ainda sobre potencial, eu acho até mesmo engraçado quando, dentro da igreja da qual faço parte, me vejo "tratado como doente" por algumas pessoas. Às vezes, gente que me conhece há tempos, inclusive. Tipo... WTF? A minha primeira conclusão é de que definitivamente o meu "lack" de comunicação seja o causador do problema. A minha segunda conclusão é relativa ao tal do "potencial": às vezes falo algumas coisas tão tão específicas (comento sobre o livro que estou lendo, ou sobre o jogo que andei jogando, ou mesmo sobre alguma coisa que achei interessante que tem no Linux e não tem no Windows, ou ainda alguma observação que me veio na hora na mente sobre alguma palavra do português que tem uma tradução interessante no inglês ou no alemão) que os meus interlocutores ou não se interessam (porque não é algo de que gostem) ou simplesmente não são capazes de entender (sim... é verdade... eu tenho dificuldades de perceber... às vezes... que o que eu estou falando não é algo simples e que o interlocutor definitivamente NÃO VAI entender D=).

Percebo, enfim, que eu não sou doente, quando encontro pessoas que falam comigo e entendem o que eu digo (ou se esforçam para isso). Os regentes dos corais dos quais participo, em especial, são pessoas que inclusive me convidam pra participar das coisas quando percebem que a minha presença seria interessante; o meu professor de música (que hoje em dia não é mais meu professor, mas, enfim, que foi quem me ensinou os "primeiros passos" da música) é outro que me convidou várias vezes a participar das coisas que ele inventava (relativas à música também); também os meus professores de LIBRAS (e o pessoal da LIBRAS em geral) discutem de vez em quando comigo sobre aqueles assuntos polêmicos relativos aos estudos surdos que aparecem aqui ou ali em alguma aula (no caso, eu discuto em momento apropriado, fora das aulas u.u); por fim, os meus colegas da faculdade reclamam da minha ausência aos "encontros" que eles organizam quase que semanalmente em algum cinema ou na casa de alguém (creio que, se eu fosse tratado como doente por eles, eles não me convidariam u.u).

É isso...

É difícil sistematizar tão bem essas coisas quanto elas estão bem sistematizadas na minha cabeça, mas eu acho que expliquei bem até o modo como eu vejo as coisas.

R$

10 de jun. de 2011

Sobre a disciplina de Engenharia de SW

Estou fazendo 5 cadeiras esse semestre (em ordem do horários na semana): Otimização Combinatória, Fundamentos de Tolerância a Falhas, Computação Gráfica, Modelos de Linguagens de Programação e Engenharia de Software.

Todas as cadeiras, sem exceção, são, de alguma forma, sobre assuntos interessantes. Otimização Combinatória (OC), por exemplo, é legal porque o professor que ministra a disciplina é muito bom, como também é o caso de Fundamentos de Tolerância a Falhas (FTF) (essa última poderia ser EXTREMAMENTE ruim - já que é tri envolvidona com essas coisas de engenheiro de que eu realmente não gosto -, não fosse a professora ser uma das melhores professoras do instituto). Computação Gráfica (CG) é disparada a melhor: o professor é sem dúvida o melhor professor com quem estou tendo aula e o mesmo posso dizer da matéria da disciplina. Modelos de Linguagem de Programação (MLP) é uma disciplina legal, com um professor extremamente dedicado, apesar de não ser o mais eloquente em sala de aula. Ele tenta, mas, apesar de o todo ser bem legal, a sua aula não é das melhores.

As cadeiras descritas no parágrafo anterior eu posso dizer que são bem cansativinhas, no fim das contas: FTF tem questionário pra fazer (tu demora entre 1h e 2h pra terminar cada questionário), MLP tem tema em quase todas as aulas (alguns são ENORMES; outros são questão de 15min pra terminar), CG tem trabalhos bem bem bem grandes pra entregar a cada duas semanas, e OC, apesar de não ter trabalhos, é bem complicadona (o professor é fodão mas as provas são bem cobradas e o assunto da cadeira é tenso). Mesmo assim, não são ruins: como eu disse, de alguma forma eu me interesso ou pelo assunto, ou pela aula, etc.

Uma cadeira, em compensação, consegue estar sendo disparada a pior cadeira que estou fazendo desde que entrei na computação: Engenharia de Software.

Quando comecei a cadeira, esperava uma coisa: aprenderemos sobre como são os "processos de desenvolvimento de software", dando uma passada sobre cada um, entendendo as filosofias relacionadas a eles e os motivos que levaram à sua criação. Imaginava que veríamos também algumas boas práticas que fossem independentes dos processos.

O Diagrama de Casos de Uso é extremamente amigável. O cliente, ao ver um desses diagramas, não fica com dúvida alguma sobre o que o usuário é capaz de fazer, certo?
Como começamos a cadeira sem falar muito em UML e RUP (ou o tal do "Processo Unificado), achei que a coisa ficaria assim, sem foco na tal bendita UML. Pensei que no máximo aprenderíamos que existem "esse esse e esse" diagrama e que logo passaríamos adiante, continuando com as filosofias. Passado algum tempo, porém, estagnamos num tal de Diagrama de Casos de Uso (que não foi embora até agora T_T) e, a cada aula, tudo o que vemos são mais e mais diagramas e diagramas (e como esses diagramas da UML se relacionam com o único processo de desenvolvimento de software que importa: o Processo Unificado), motivo pelo qual tenho faltado frequentemente às aulas .

Novamente, cri: "aaa... o motivo de as aulas estarem ruins é relativo ao foco que a gente tá dando em coisas desnecessárias, e não tem nenhuma relação com a professora". Nos últimos tempos, porém, tenho é me incomodado justamente com ela.

Que as suas aulas são monótonas todos já sabem, e isso não é um problema "at all" (exemplifico com o professor de MLP, que tem aulas monótonas mas que ensina a matéria muitíssimo bem). Que ela se incomoda com a conversalhada constante da turma também todo mundo já sabe (aliás... a conversalhada é fruto das aulas monótonas, diga-se de passagem), e é por isso que ultimamente tem feito a chamada no início das aulas, liberando aqueles que aparecem só para ganhar presença (ao menos é o que parece).

Seu trabalho final, porém, é a maior de suas loucuras: estamos usando o Processo Unificado (ou seja, gerando infinitos diagramas e "documentos" - não sei se esses documentos são parte do RUP, mas acho que ao menos ela quer que creiamos que sim - escritos com páginas e páginas que eu duvido que ela vá ler) pra, em 5 etapas, desenvolver uma loja virtual fail fake, de acordo com a especificação feita por outro grupo (sim... ee... no caso... um outro grupo está desenvolvendo a loja de acordo com a especificação do meu grupo). A cada etapa, além de enviarmos via moodle o "documento" com todos os diagramas e bobagens mais gerados, ela ainda EXIGE QUE LEVEMOS UMA CÓPIA IMPRESSA. E, pior do que isso, ela é inconsistente em suas especificações: na etapa 2, não pediu que levássemos uma cópia impressa do relatório individual (esse relatório era pra falarmos sobre as dificuldades que tivemos e coisas mais) gerado por cada aluno, mas somente do "documento" gerado pelo grupo inteiro. Na etapa 3, pediu que levássemos TAMBÉM o relatório individual.
Aqui vai outro adorável diagraminha da UML. Só pra dizer que eu pus outra imagem no blog u.u
Pobres das nossas árvores. Como disse um colega, 90% da mata atlântica deve ter sido desmatada por causa dos caras da Engenharia de Software.

Enfim enfim... essa postagem é só uma reclamação da cadeira de Engenharia de Software. Não aguento mais. Tomara que acabe duma vez... e certamente não farei mais cadeira alguma com essa querida professora - a qual não nominei aqui, apesar de obviamente grande parte dos meus leitores a conhecer.

Não precisava ter lido se não quisesse u.u

R$

3 de jun. de 2011

Uma reflexão sobre a cultura surda

Li nos últimos dias o capítulo 4 do livro "As imagens do outro sobre a cultura surda", de uma surda chamada Karin Strobel, que falava (o capítulo) sobre os 8 artefatos culturais do povo surda. Li porque, como acho que os leitores devem saber, tenho feito um curso de LIBRAS na igreja da qual participo.

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Como eu acho que muita gente vai sair dizendo que eu vou para o inferno depois de ler o meu texto, acho melhor afirmar o seguinte antes de continuar:

A palavra "deficiente" aqui não tem o objetivo de soar pejorativa. "Deficiente" é "aquele que tem alguma deficiência", e que isso fique bem claro.
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Como ía dizendo, li o livro porque o livro é usado como parte da matéria sobre cultura surda do curso de LIBRAS que faço (especialmente os capítulos 4 e 5). Já que o texto é escrito por uma surda, é natural que contenha alguns pequenos erros ou "delitos" aceitáveis, que não atrapalharam a leitura como um todo (já que, convenhamos, escrever textos em uma língua que não é a nossa "nativa" é sempre bem mais complicado). Por exemplo, achei bastante esquisito quando, em vez de usar o verbo "haver", muito mais frequente em textos "sérios", encontrava o verbo "ter", como em:

"Tem muitos pesquisadores da história cultural de surdos. Entre eles estão o Antônio Campos de Abreu, formado em História, o Otaviano de Menezes Bastos, o Dioniso Schmitt e a Gisele Rangel. Todos eles possuem um imenso acervo histórico cultural sobre o povo surdo."

Também nesse parágrafo, mas não só nesse parágrafo, achei estranho a autora usar artigo dos nomes das pessoas. Parece que ela os trata como se fosse conhecido de todos os leitores (alguém de quem a gente poderia fazer fofoca, por exemplo u.u).

Mesmo assim, aceitando o seu modo peculiar de escrever, que não é problemático mas simplesmente característico, não posso deixar de expressar a minha tremenda insatisfação e até mesmo uma certa indignação ou revolta com o modo como o texto trata as pessoas (ou sujeitos) surdas e as pessoas ouvintes. Um exemplo: a expressão "repressão ouvintista" é repetida frequentemente, quase como que incutindo a imagem de vilão aos leitores ouvintes (eu) que se acheguem ao texto.

Eu até concordo e aceito que, por ignorância, muitos ouvintes não consigam conversar com os surdos, e inclusive aceito que muitas famílias de ouvintes, ao ter um filho surdo, orientadas por médicos ou não, fazem de tudo para tentar fazer a criança ouvir, tentando tratamentos ou fazendo-os pôr aparelhos auditivos, mas não concordo que isso possa ser considerado "repressão ouvintista". Afinal, não é tão simples, de repente, dizer "aa... ok... ele é surdo... sem problemas...", e aceitar que não haja um jeito de reverter o quadro ou simplesmente não querer fazê-lo. Não é algo que entra facilmente na nossa "cultura". Mas aceitado (eu ía escrever "aceito", mas achei que ficou parecendo que o verbo estava na primeira pessoa do singular, no presente do indicativo) o surdo, é necessário que se deixe algo perfeitamente explícito: o surdo é deficiente SIM!

Achei o máximo os textos que vi em sala de aula dizendo que o surdo não é deficiente, mas que é a sociedade ouvintista que os torna deficiente, e coisas do tipo. Procurei no meio dos slides das aulas uma citação de uma mulher que dizia justamente isso, mas não consegui achar. Vamos e viemos: o surdo é deficiente SIM! Se não é deficiente, então por que é que não paga a passagem dos ônibus? Se não é deficiente, então por que é que pode levar acompanhante nos ônibus pra onde quiser? Se não é deficiente, então por que é que fica exigindo legenda nos filmes? Lamento surdo que não se considera deficiente, mas nem tudo é como a gente pensa.

Novamente, meu objetivo não é oprimir ou humilhar, mas esclarecer a minha opinião. Os surdos precisam, afinal, de uma série de "adaptações" para viver, bem como qualquer deficiente. Aliás... eu também sou deficiente: sou canhoto. Vivo numa sociedade em que a opressão destrista me sufoca, e eu sou necessitado de uma série de adaptações para sobreviver.

Outro caso que me leva a protestar é o seguinte: o livro dá a entender que os surdos são "xenofóbicos" (ou racistas dependendo da interpretação n_n). No texto seguinte, estou certo de que, se as expressões referentes aos "Surdos" ali fossem substituídas por expressões referentes aos "Negros", a autora do livro já estaria atrás das grades há séculos, sem possibilidade de pagamento de fiança:

"Portanto, ser filho de pais surdos é extremamente respeitável no círculo deles, como cita Wrigley (1996, p. 15):

A partir de uma visão dos Surdos, o ato politizado de alegar uma surdez "nativa" - ou seja, uma surdez de nascença - está ligado à identidade positiva de não estar "contaminado" pelo mundo dos que ouvem e suas limitações epistemológicas do som sequencial. A "pureza" do conhecimento dos Surdos, a verdadeira Surdez, que vem da expulsão desta distração é na cultura dos Surdos uma marca de distinção. Seria melhor ainda se os familiares e até mesmo seus pais fossem também Surdos."


Aliás... que limitações mesmo? Lamento senhorita Strobel ou senhor(a) Wrigley, mas na minha visão essas limitações são as mesmas que levaram a raposa a não alcançar as uvas.

Concluindo, é verdade que o povo surdo é uma minoria na nossa sociedade e que, como minoria, não recebe o respeito que deveria receber, sendo esquecida ou ignorada. É verdade também que é interessante que eles lutem por direitos que os ajudem a ter uma maior qualidade de vida. É um absurdo, porém, na minha opinião, dizer que a "sociedade ouvintista" é "opressora" e que ser surdo é algo perfeitamente normal. NÃO É! (Aliás... achei um absurdo descobrir que tem pais surdos que gostariam de ter filhos surdos. O argumento seria de que "ser surdo" seria só uma identidade cultural, e não uma deficiência)

Desculpem-me aqueles que acham que eu vou para o inferno depois de dizer o que eu penso, mas, francamente, o livro praticamente rotula os ouvintes como se fossem vilões O.o ¬¬

Enfim...

R$

29 de mai. de 2011

Relaxando

Eu não sei se eu já disse aqui, mas eu tenho no mínimo um relativamente grande desagrado da movimentação frequente aqui em casa (deu pra ver que eu estou sendo bem eufêmico, certo?).




Como é de se esperar de mim (acho que qualquer um que me conheça deve ter essa impressão), eu tenho os horários de sono bem desregulados. Assim, tem dias em que vou dormir depois das 5h da manhã, e outros em que vou dormir antes das 10h da noite (por justamente ter ficado cansado demais por ter dormido pouco em algum dos dias "do tipo anterior"). Nessas idas e vindas, frequentemente acabo passando do que as pessoas chamam de "horário pra dormir" ou "hora de dormir". Guarde isso, voltarei em breve a esse assunto.

Voltando à recorrente movimentação de gente aqui em casa (minha avó tem um monte de filhos e, como aqui é a casa da vó, sempre tem um deles aqui em casa - um dia um vem, outro dia vem mais dois, outro dia vem outro, outro dia vem um neto dela -- meu primo -- e outro dia vem algum sobrinho dela, que também são muitíssimos), e sobre como ela me desagrada, algo que acontece frequentemente sobre as suas visitas é que elas em geral acontecem (ou se iniciam) na parte da manhã. Assim, acontece muito de eu planejar "bááá... amanhã vou dormir até meio-dia" e no amanhã eu acabar me acordando às 10h porque alguém chegou e começou a falar alto.

Voltando aos meus horários desregulados de sono, meus familiares simplesmente não entendem o que é "fazer trabalho da faculdade até tarde", ou, sinceramente, simplesmente, às vezes, "respeito" (para alguns casos em especial). Por isso, durante os meus períodos acordado enervado tentando dormir mais um pouco, é significativamente comum eu ouvir as expressões "isso não é mais hora pra tá dormindo" ou "já passou da hora de dormir".

Para me livrar da barulheira do pessoal conversando "horrorosamente alto" na cozinha aqui ao lado do quarto, e, assim, dormir melhor, tive de me "adaptar". Assim, ultimamente, quando sei que no dia posterior haverá muitas pessoas para me atrapalhar de dormir, comecei a deixar tocando em loop alguns sons de chuva ou ondas no meu fone de ouvido, ligado ao computador.

Compartilho, então, dois videos (o primeiro está no início do post) que achei relativamente bons para ouvir e que devem se tornar, num dia, quando eu for independente financeiramente, trilha recorrente na minha vida (sério... vai dizer que não ajuda affuuuu a relaxar esse sonzinho de chuva, tri bom pra dormir. E o de onda, então?).



[Cuidem que os dois videos que eu sugeri aí têm até a possibilidade de serem assistidos em HD (eu baixei o menor deles em HD, pra ouvir sempre =D). Outro detalhe é que se o leitor se interessar eu sugiro que dê uma olhada nos links relacionados do video das ondas, porque ali vai encontrar muitos outros videos de mais de uma hora de duração - que na minha opinião são os melhores. AAhhh... mais uma coisa: eu achei que valeu bastante a pena deixar os dois videos (das ondas e da chuva) rodando ao mesmo tempo. Sugiro que no mínimo o leitor experimente pra ver o que acha x_X - é que quando um termina, o outro ainda tá rodando, e a gente acaba não percebendo a hora em que dá o loop u.u]

Era isso... =D

R$

27 de mai. de 2011

Sobre o kdenlive

Depois de ter passado horas envolvido com o video do post anterior, resolvi que preciso ao menos tirar o meu chapéu pra uma série de videos que me ensinaram a usar o kdenlive.

Pra quem não sabe do que estou falando, kdenlive é um software livre (um programa de "código aberto", digamos assim [digamos assim!]) que serve para editar videos. Editei o video do meu último post através dele, e, apesar de ter muitos recursos (o que frequentemente diminui a usabilidade do programa, na minha opinião - só ver o que é o Finale, pra editar música, ou o Adobe Premiere, também para editar videos), achei ele consideravelmente simples.

Mesmo assim, creio que não teria conseguido um décimo do que consegui sem uma série de videos criada pelo canal thisweekinlinux. Acidentalmente achei o cara por procurar "kdenlive tutorial" na busca do Youtube. A série é extremamente inicial e, de quatro videos, cada um de 10 minutos, mais ou menos, e valeu a pena. Por isso, posto aqui o primeiro video (os outros ficam fáceis de encontrar depois):



Enfim... era só a sugestão, pra quem quiser aprender a editar videos usando um programa que pelo que ouvi falar é o melhor dentre os que se encontram por aí, para linux.

Eras isso...

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¬(Video)

Passei boas horas do meu dia hoje tentando gravar o tão falado video que eu decidi que gravaria na semana acadêmica.

O kdenlive se mostrou significativamente user-friendly, apesar de todos os seus recursos
Como disse há algum tempo já, eu pretendia gravar as três vozes da música tema do Protoman e então fazer um video em que eu colocaria tudo junto, formando a harmonia completa. Como também já disse, eu já tinha escrito a música do Protoman numa partitura - e inclusive compartilhei no docs com alguns amigos pra que eles pudessem ver =D. A minha idéia, assim, era pôr pra rodar a música utilizando o TuxGuitar e tocar cada voz enquanto ouvindo a reprodução do TuxGuitar. A minha lógica me dizia "eu não vou precisar de metrônomo: o TuxGuitar será o meu metrônomo".

Definitivamente, eu estava errado. Como era de se esperar de um programa de música que roda no Linux (na real, eu não sei se no Windows o resultado teria sido melhor, mas eu estou quase certo de que, se o TuxGuitar não tivesse problema nenhum, o próprio Linux já teria), o TuxGuitar roda a música a cada vez numa velocidade diferente. Dessa forma, se na primeira vez em que eu toquei (a melodia, com a flauta soprano) eu toquei (e gravei) numa velocidade, na segunda eu toquei (e gravei) noutra.

Num primeiro momento, pensei que o problema seria contornável: eu poderia fazer um pequenos cortes no audio nos momentos de respiração e o vídeo não seria problema, já que a gente tá acostumado a suportar um pequeno lapso na sincronia de vez em quando (e, sério, nem dava pra perceber). Mas quando cheguei em um momento em que a segunda voz simplesmente não respira... não tive o que fazer.

Desisti, temporariamente, assim, de gravar essa música. Me parece que gravar videos vai ter de esperar novamente mais um pouco. Além disso, estou meio frustrado pela falta que me faz um microfone bom (se bem que eu descobri que tenho um amigo que tem um bem bom - e estou bem a fim de pedir emprestado como quem não quer nada). De qualquer forma, se eu tiver microfone, é capaz de ainda assim eu ter problemas: quando comprei o meu computador, não me importei com a sua placa de som, e não faço idéia de o que que é que eu iria precisar pra conectar o microfone do meu amigo.

No mais... a minha idéia agora é ver se consigo um metrônomo (o meu teclado tem um, e eu to achando que vou começar a usá-lo - só falta arranjar espaço aqui dentro do quarto pra isso) e se gravo uma versão também em três vozes da música do "Victory Fanfarre with Lyrics" pra postar como video-resposta pra o Brentalfloss.

Por fim... posto aqui o video com "o que deu pra fazer" da música do Protoman. É só pra dizer que eu postei algo lá no meu canal do youtube... e só pra mostrar que tava ficando até que legal (fora os ruídos malditos do microfone terrível que eu tenho). Tá sem baixo, sem 90% da segunda voz, e, enfim, espero que gostem (apesar de na minha opinião estar um lixo inacabado) =D



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