23 de jun de 2013

Quando leio textos de advogados...

[Essa postagem foi originalmente composta pra uma postagem que eu faria no Facebook. Como ficou grande, e com exatamente o que penso, resolvi postar no blog -- e redicionar o povo de lá pra cá. No pior caso, menos pessoas saberão da minha opinião; no melhor, estarão ao menos me dando acesso por aqui v_V -- mas eu não ganho nada, porque não tenho AdSense]

Eu sempre digo isso... tá na hora de deixar o Google [originalmente, eu dizia Facebook] guardar pra posteridade:

EU ODEIO LER QUALQUER COISA ESCRITA POR ADVOGADO!!!

Advogado não sabe escrever, ao mesmo tempo em que usa da língua pra dar carteiraço. Modela o seu vocabulário pra que o leitor não o entenda, com palavras pomposas e desconhecidas, enquanto comete frequentemente erros de acentuação e pontuação.

Quer dizer... acaso não cometo erros? Claro que cometo! Próclise em início de frase, mal uso de plural, uso de "pro/pra", ... a lista vai longe. Mas me protejo no não ser "wanna be", e essa não parece ser a regra na classe.

E, se não consegue enganar a mim -- que, apesar de gostar de línguas, não tenho estudo algum sobre o assunto --, que diremos a quem realmente conhece bem a nossa "santificada" gramática? [da qual eu não gosto, anyway]

Pode ser que eu esteja só sendo preconceituoso. É verdade que muito [sem plural, aqui, indicando intensidade] "leigos" já me pediram que falasse mais claramente quando explicando algum assunto relacionado a computador. Talvez seja o mesmo caso. Mas eu não creria nisso, dado o histórico da classe em se fazer de melhor... em se fazer de "doutor" e em dizer pra todo mundo qual é a sua profissão.

R$

Um comentário:

  1. É vício do linguajar técnico. Engana porque o palavreado parece arbitrário, embora não seja.

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