20 de mar de 2016

Poemas no blog [7] + mudanças / Poems in the blog [7] + changes

[Versão em Português abaixo]
If you were used to visit this place before, you will notice that I did some (many) changes. I created those menus there at the top, where I now include an "about" page with information about myself and the blog, a "poems" page with the list of all these poems I keep publishing here (in fact, seriously, I am kind of proud of the result :v ), and a "works" page, where I intend (soon) to put some list of different stuff I have worked on. Maybe through time I will have other ideas and create other pages.
Of course, it is some kind of "cult of personality" that I am doing here: it is clear I am trying to show how "good and likeable" I am. But the truth is that I wanted for a while already to create some kind of "website" for myself, where I'd store "stuff" I am somehow proud of having done, and now I decided to use Google's services for that purpose: Google Drive to store the links, and Blogger to create the webpage. Sure, it is not as flexible as it could be, but I think it is probably better than I'd have the patience to make it had I decided to do everything by myself (in fact, I know absolutely *nothing* about Web, and I am kind of ashamed of that =/ -- it is not a problem when you spend most of your time programming low level stuff in C =S).
Now... about the poem... I swear... this is the last poem in a row. I actually had already done it some time ago, and now I just wanted to post it here (so that I could list it in the "poems" page). The context is kind of melancholic, and I won't write too many details. To me, it sounds like it could easily become some samba, i.e., it could easily receive an "upgrade" from "poem" to "song" [after all, what is a song, but a poem with music?].

I hope you like it.
(of course... I know it is a shame the non-Portuguese speakers won't be able to appreciate it. I really hope I will soon come up with content that is not language specific )

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[Version in English above]
Se estáveis acostumados a visitar esse lugar antes, então percebereis que eu fiz algumas (muitas) mudanças. Criei aqueles menus ali em cima, onde eu agora incluo [todas as páginas têm versão em Português] uma página "sobre" com informações sobre mim e o blog, uma página "poems" com uma lista de todos esses poemas que eu fico publicando aqui (de fato, sério, eu mei-que sou orgulhoso do resultado :v ), e uma página "works" [trabalhos], onde eu pretendo (mais pra frente) pôr uma lista de diferentes tralhas em que eu já trabalhei. Talvez através do tempo eu acabe tendo outras idéias e crie outras páginas.

É claro que isso é um certo "culto à personalidade" que eu to fazendo aqui: é claro que eu to tentando mostrar o quão "bom e gostável" eu sou. Mas a verdade é que eu queria já há um tempo criar algum tipo de "site" pra mim, onde eu guardaria "tralhas" de que eu tenho algum orgulho por ter feito, e agora eu decidi usar os serviços do Google pra esse propósito: Google Drive pra guardar os links, e Blogger pra criar a página. Certamente não é tão flexível quanto poderia ser, mas acho que é provavelmente melhor do que eu teria paciência de fazer se tivesse decidido fazer tudo por minha própria conta (de fato, eu não absolutamente *nada* sobre Web, e mei-que tenho vergonha disso =/ -- isso não é um problema quando se passa a maior parte do tempo programando coisas em baixo nível em C =S).

Agora... sobre o poema... eu prometo.... esse é o último poema um atrás do outro. Na verdade eu já o tinha feito um tempo atrás, e agora eu só quis postá-lo aqui (pra poder pô-lo na lista na página de poemas). O contexto é mei-que melancólico, e eu não darei muitos detalhes. Pra mim, ele soa como se pudesse facilmente tornar-se um samba, i.e., ele poderia facilmente ser "subido de nível" de "poema" pra "música" [afinal, o que é uma música, se não um poema musicalizado?].

Espero que gosteis.

(é claro... eu sei que é uma pena que os não falantes de Português não poderão apreciá-lo. Eu realmente espero logo idealizar algum conteúdo que não é específico pra uma só língua )


Oh Lua

A Lua há tempo já não
está.
A Lua tentei em vão
tocar.
Já a Lua dessa oração
não há.
Na Lua meu coração
mora.

À Lua humilde canção
criei.
Pagão, meus versos, então
cantei.
"Oh dou-te o meu coração:
Contigo sempre estarei!"
bradei e com distinção
falhei.

No peito a bondade vou
guardar
dos tempos em que deixou-se
estar.
Daquilo que me ensinou,
sem nada, pois, me cobrar,
a Lua, que, há tempo, já
(dizendo que forte sou)
partiu e só me deixou
silêncio, pois se ausentou.
Passou, ja foi, se ocultou
no mar.

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